Feminino

7 mulheres pra adicionar a sua playlist

A cena alternativa da música pipoca com excelentes vozes femininas que você precisa conhecer e que, te garanto, vão direto para sua playlist.

1_ Letrux

Letícia Novaes, que integrava a banda Letuce, emerge em carreira solo com um disco provocante, que afronta logo de cara com o título “Letrux Em Noite de Climão”. A intenção de Letrux não é apaziguar quem escuta. É de compor uma atmosfera pesada – criar um climão.

2_Iara Rennó

Assim como a cantora anterior, Iara também tem sonoridade provocativa. Em 2016, lançou simultaneamente dois álbuns: Arco – que abre com a canção que escolhi para compartilhar com vocês, Mama-me, e tem composições marcadamente femininas, apresentando o tema da sexualidade – e Flecha, em que se apresenta mais crua, mas igualmente potente, o que revela a versatilidade da cantora.

 3_Isadora Melo

Isadora passeia entre o flutuante e o pesado. Aqui do outro lado, somos acometidos pelo alento e pelo arrepio. Acompanhada pelo bandolim, contrabaixo, acordeón e violão, Isadora Melo acaba com nossas estruturas – mas o faz com ternura.

4_Juçara Marçal

A força da voz de Juçara, acompanhada pela percussão inspirada no candomblé, entra em comunhão com os versos na canção São Jorge: A guimba e a fumaça do meu cigarro/ Cega o olho do soldado que pensou em me ferir/ Com um sorriso derrubo uma tropa inteira/ Mesmo que na dianteira sombra venha me seguir. De arrepiar.

5_Karina Buhr

Nascida em Salvador, as influências musicais de Karina são pernambucanas, o que nos fica claro quando ouvimos seu sotaque carregado. Cantora, compositora, instrumentista, poeta, atriz, um furacão nos palcos – a mulher é arretada.

6_Céu

A voz de Céu tem textura de veludo azul. O seu primeiro disco, lançado em 2003, é influenciado pelo samba de raíz e rendeu a cantora três Grammys. Hoje, ela brinca com sonoridades introduzindo batidas eletrônicas em suas composições.

7_Tulipa Ruiz

Tulipa Ruiz arrebata imediatamente com o seu vozeirão. A versátil cantora parece brincar com as sonoridades e de cada álbum parece nascer uma nova Tulipa. No último, Dancê (2016), a cantora investe em ritmos dançantes.

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